quinta-feira, 25 de junho de 2009

treze

Gosto muito deste número. É dinâmico, forte e dito de duas formas. Não sei porquê, mas é-me confortável e só posso mesmo adorá-lo.
Para uns é sinónimo de azar, para outros de nada e para os restantes não tem qualquer importância. A não ser que coincida com uma sexta-feira. Nesse caso, até os mais ousados pensam sempre duas vezes quando se cruzam com um gato preto, um escadote ou uma escada, um carro funenário ou um guarda-chuva aberto no interior de uma casa.
Estas fobias são muito engraçadas e é com elas que passamos o exame de menino para moço.
Lembro-me bem de um dia desses, tinha os meus 13 anos. Era sexta-feira, chovia a potes e fazia frio. No caminho para o liceu um gato preto correu-me à frente, passei por baixo de um escadote de um fulano dos TLP, vi um caixão a ser arrumado numa carrinha preta e não fechei o guarda-chuva no hall do liceu.

Estou vivo, não estou?

6 comentários:

Gi disse...

Eu adoro o 13 e o 31, por várias razões já expostas no meu blogue.
Ainda vais escrever o 14 hoje? Tu pára, pá! :)

volteface.book disse...

Não sei, não sei...
Isto é um vicio.

Gigi disse...

Parece que sim. A não ser que envies os posts do além ou coisa assim.

volteface.book disse...

Também é porque é novidade. Logo mais devo abrandar. Ou então não.

Ana disse...

:) Eu também gosto do número 13, quase sempre me dá sorte. No entanto, uma vez uma bruxa eslava disse-me que gostar do 13 é desafiar a sorte...

volteface.book disse...

então, desafiemos!